IPv6 – Parte I – Prova Microsoft 70-410

Olá, o IPv4, quase todo mundo que trabalha na área conhece, já o IPv6, tão falado nos últimos tempos, ainda é uma pedra no sapato. De acordo com o que estudei até agora, ele não é tão difícil assim, mas a questão é: praticamente não o usamos, logo, não o conhecemos.
A Microsoft cobra dos pretendentes a certificação de Windows Server 2012 algum conhecimento deste item, então, vamos a algumas informações básicas:
– O IPv6 trabalha com 128 bits ao invés dos 32 bits do IPv4, “xx:xx:xx:xx:xx:xx:xx:xx” cada “x” representa 8 bits ou 1 byte e é representado em hexadecimal, ficaria algo assim “21cd:0053:0000:0000:e8bb:04f2:003c:c394”;
– É possível contrair esse número gigante, por definição, quando dois ou mais conjuntos de 8 bit forem zero, podem ser substituídos por “:” (dois pontos), mas só podemos usar esse recurso 1 vez por IP, “21cd:0053::e8bb:04f2:003c:c394”. Também pode-se remover os “0” em qualquer bloco em que ele aparecer, ou seja, “21cd:53::e8bb:4f2:3c:c394”;
– Não existe mascará de sub-rede, mas é usada a mesma notação para representar os bits de rede, “21cd:53::/64”, essa é a forma contraida para o endereço de rede “21cd:0053:0000:0000/64”.

Em outras palavras, uma salada de números. No technet da Microsoft existem muitas informações a respeito. No próximo post vamos analisar os tipos de endereço.
Até lá!

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